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	<title>Gavin Andrews &#124; Castanha Filmes &#187; Portfólio</title>
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	<description>Documentários do Amapá, Amazônia, Brasil</description>
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		<title>Ver-o-Peso</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 03:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Finalizado]]></category>
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		<description><![CDATA[Este documentário é um dos resultados do Inventário de Referências Culturais do Ver-o-Peso, em Belém/PA. A trajetória desse lugar entrelaça-se com a própria história da cidade, não só por seu valor de patrimônio edificado, tombado pelo Iphan em 1977, mas também por sua importância como espaço de trocas comerciais e simbólicas entre diferentes grupos sociais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este documentário é um dos resultados do Inventário de Referências Culturais do Ver-o-Peso, em Belém/PA. A trajetória desse lugar entrelaça-se com a própria história da cidade, não só por seu valor de patrimônio edificado, tombado pelo Iphan em 1977, mas também por sua importância como espaço de trocas comerciais e simbólicas entre diferentes grupos sociais. Nesta obra, o olhar é focado em saberes e fazeres dos muitos trabalhadores do Ver-o-Peso, e revela aspectos centrais de um sistema cultural amazônico baseado em conhecimentos tradicionais associados ao uso de recursos naturais.</p>
<p style="text-align: right;">XDCAM EX 720p24 | 51 min, 2010<br />
Realização: Ver-as-Ervas | Apoio: Iphan-PA  |  Patrocínio: Petrobras<br />
Direção, Fotografia e Edição: Gavin Andrews</p>
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		<title>A Festa de São Tiago</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 11:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[Em Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Média]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mazagão Velho – Uma comunidade amazônica que tem suas origens na África, fundada em 1770. Possui uma riqueza de expressões culturais, principalmente as Festas de Santos comemoradas o ano todo. A principal é a Festa de São Tiago, considerada por muitos como um dos maiores eventos culturais do Estado do Amapá. Rituais religiosos, representações performáticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/mapa-mazagao.png"><img class="size-full wp-image-187 alignright" title="mapa-mazagao" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/mapa-mazagao.png" alt="mapa-mazagao" width="216" height="236" /></a>Mazagão Velho</strong> – Uma comunidade amazônica que tem suas origens na África, fundada em 1770. Possui uma riqueza de expressões culturais, principalmente as Festas de Santos comemoradas o ano todo. A principal é a Festa de São Tiago, considerada por muitos como um dos maiores eventos culturais do Estado do Amapá.</em></p>
<p>Rituais religiosos, representações performáticas e celebrações profanas são voltadas para a memória popular de uma história da batalha entre cristãos e mouros, ocorrida na Mazagão africana. Tem como heróis Tiago, um bravo cavaleiro anônimo que comandou os soldados cristãos contra os infiéis, e São Jorge, aquele que carregava o estandarte dos cruzados. O ano de 1777 é tido como o início dessa celebração. As famílias da localidade se dedicam na organização da programação anual que ocorre entre os dias 16 e 28 de julho.</p>
<div id="attachment_188" class="wp-caption alignnone" style="width: 320px"><a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/image2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-188 " title="image2" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/image2-310x150.jpg" alt="Círio de São Tiago, 24 de julho" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Círio de São Tiago, 24 de julho</p></div><br />
<div id="attachment_190" class="wp-caption alignnone" style="width: 320px"><a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/P1020543.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-190 " title="P1020543" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/08/P1020543-310x150.jpg" alt="Mouro em procissão pelas ruas da vila" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Mouro em procissão pelas ruas da vila</p></div>
<p style="text-align: right;">XDCAM 720p24 | em fase de edição<br />
Cliente: IPHAN 2SR PA/AP<br />
Direção/fotografia: Gavin Andrews<br />
Previsão: Outubro 2009</p>
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		<title>Simãosinho Sonhador</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 03:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[Finalizado]]></category>
		<category><![CDATA[Média]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/image2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-58" title="Simãozinho Sonhador" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/image2-310x150.jpg" alt="Simãozinho Sonhador" width="310" height="150" /></a>O projeto vencedor do Doctv IV no Amapá, dirigido por Manoel do Vale e produzido por Castanha Filmes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[playlist id=2]</p>
<p><em>Simãozinho Sonhador</em> é<em> </em>um passeio pelo universo fantástico da cultura popular, que vez ou outras nos dá mestres como Vitalino, Patativa do Assaré, Sacaca e Simãozinho, que absorvem da atmosfera lúdico/mística do imaginário regional, os elementos que compõem suas artes, que encantam ou que curam, e mantém vivos o misticismo e o humor brasileiros.</p>
<p>Simãozinho é o personagem narrador de sua própria história, numa narrativa direta, cheia dos detalhes fantásticos, impregnadas das cores e sons próprios de sua arte, seguindo o roteiro escrito por ele mesmo em seu livro &#8220;Simãozinho Sonhador&#8221;, que o mostra uno de vários personagens: tripa em teatro de bonecos, palhaço e trapezista de circo, e de como escapou da morte que quase o leva do meio do picadeiro, num acidente do qual seu parceiro de número não escapou. De como ele trocou o circo por um trabalho mais maneiro: peão de touro brabo até compor seu livro mais famoso: o &#8220;ABC da Mulher&#8221;, e de como ele conseguiu vender quinze mil exemplares desta obra.</p>
<p>Simãosinho Sonhador é o projeto vencedor no Amapá do concurso Doctv IV,  autoria/direção de Manoel do Vale, produzido por Castanha Filmes.</p>
<p>Produção começou em dezembro 2008, com lançamento em 5 de junho de 2009. Está programada para estréia em cadeia nacional em maio de 2010.</p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-177" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/creditos_institucionais.jpg"><img class="size-full wp-image-177" title="creditos_institucionais" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/creditos_institucionais.jpg" alt="creditos institucionais" width="640" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">creditos institucionais</p></div>
<p style="text-align: right;">HDV 720p24 | 52 min<br />
Uma co-produção: Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), Castanha Filmes, Secult/AP<br />
Autoria/direção: Manoel do Vale<br />
Direção de produção/Direção de fotografia: Gavin Andrews<br />
Fotografia: Gilmar Pureza, Gavin Andrews<br />
Produção: Bruno Geronimo<br />
Direção de arte: Patricia Andrade</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_58" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-58" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/image2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-58" title="Simãozinho Sonhador" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/image2-310x150.jpg" alt="Simãozinho Sonhador, poeta piauiense" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Simãozinho Sonhador, poeta piauiense</p></div>
<div id="attachment_37" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-37" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/simaozinho1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-37" title="Simãozinho Sonhador" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/02/simaozinho1-310x150.jpg" alt="&quot;Todo sonho é realidade...&quot;" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Todo sonho é realidade...&quot;</p></div>
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		<title>O Barco do Mestre</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>

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		<description><![CDATA[Retrato poético e quase tão artesanal quanto o assunto que aborda, <i>O Barco do Mestre</i> nos faz viajar pelo universo ribeirinho dos “fazedores de barcos” na foz do rio Amazonas. Nessa viagem aportamos nossos sentidos em almas leves que habitam corpos cansados de um trabalho penoso, mas feito com a mesma emoção de meninos que aprendem fazer seus primeiros barcos de papel.
	Desde a comunidade do Elesbão no Amapá até Breves, Vigia e Abaetetuba, no Pará, somos apresentados a mestres como o Seu Silas e Grilo, hábeis artesãos e personagens de uma história que eles temem estar chegando ao fim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>[playlist id=1]</strong></p>
<p>Entre os meses de julho e setembro de 2008, o documentarista canadense Gavin Andrews, radicado no Amapá há 8 anos, percorreu a foz do rio Amazonas entre Pará e Amapá registrando uma das profissões mais antigas e também das mais importantes na Amazônia: a carpintaria naval.</p>
<p>A expedição resultou num filme de beleza artesanal. <em>O Barco do Mestre</em> é um retrato do ofício de homens simples e trabalhadores, encontrados em Breves, Vigia e Abaetetuba, no Pará – os pólos principais da produção desse tipo de embarcações da região.</p>
<p>No lado do Amapá, o filme nos leva ao Elesbão, comunidade estruturada sobre palafitas construídas na margem do rio Amazonas, que tem na fabricação de barcos sua principal fonte de renda, chegando a produzir uma média de dez barcos por mês em seus mais de uma dezena de estaleiros (em tempo: a vila irá passar ainda este ano por um estudo de avaliação pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para propor seu tombamento como paisagem cultural do Brasil. Este pode ser considerado o primeiro resultado do documentário, visto terem sido seus pesquisadores que apresentaram a comunidade aos diretores do Instituto).</p>
<p><em>O Barco do Mestre</em> nos apresenta homens que, mesmo sem ter certeza da continuidade da profissão e ganhando na maioria das vezes apenas o suficiente para garantir a sobrevivência da família, não escondem a paixão quase de menino pela construção dos barcos de madeira que emprenham a foz do maior rio do mundo, com as cores e historias muitos vivas desse povo ribeirinho.</p>
<p>“Quando eu coloco um barco na água, chego a ficar mais feliz do que o próprio do dono do barco” – confessa o emocionado  mestre Mapará – João Ferreira, mestre carpinteiro em Abaetetuba, referindo-se a um barco de três toneladas que havia entregue ao rio e a seu dono, semanas antes de ser entrevistado pelo documentarista e sua equipe.</p>
<p>Gaiolas, catraias, canoas, batelões, vigilengas, etc. – são tantos e de tão variados tamanhos os barcos feitos pelos mestres como os rios pelos quais navegam.</p>
<p>Mestres como o Seu Silas (Elesbão) e Grilo (comunidade do  Rio Cupuaçu, Barcarena), que, como a maioria desses “fazedores de barcos”, não sabem ler nem escrever, mas que são mestres no fazer e ensinar desta arte aprendidas ainda na infância: uma profissão pouco conhecida, e menos ainda reconhecida, apesar de ter mais de 400 anos no Brasil.</p>
<p><em>O Barco do Mestre</em> é um dos vencedores do edital <a title="Etnodoc" href="http://www.etnodoc.org.br" target="_blank">Etnodoc</a> de 2007 elaborado pelo <a title="CNFCP" href="http://http://www.cnfcp.gov.br/" target="_blank">Centro Nacional de Cultura Popular</a>/<a title="IPHAN" href="http://iphan.gov.br">IPHAN</a> em parceria com a <a title="ACAMUFEC" href="http://www.cnfcp.gov.br/interna.php?ID_Secao=8">Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro</a>, que premiou projetos de vídeos etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial em todas as regiões do país.</p>
<p>O documentário fará parte da grade de exibição da TV Brasil e irá compor o acervo do <a title="Museu de Folclore Nacional" href="http://www.cnfcp.gov.br/interna.php?ID_Materia=5" target="_blank">Museu do Folclore Nacional</a>.</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">HDV 720p24 | 24 min<br />
Uma produção: Castanha Filmes<br />
Realização: Etnodoc/ACAMUFEC<br />
Direção/Fotografia: Gavin Andrews<br />
Produção e Pesquisa: Vanda Pantoja, Manoel do Vale</p>
<div id="attachment_86" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-86" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/silas.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-86" title="Seu Silas" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/silas-310x150.jpg" alt="Seu Silas, mestre carpinteira de Elesbão/AP" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Silas, mestre carpinteira de Elesbão/AP</p></div>
<div id="attachment_85" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-85" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/grilo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-85" title="Grilo" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/grilo-310x150.jpg" alt="Carpinteiro, Rio Cupuaçu - Barcarena/PA" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Grilo, Rio Cupuaçu - Barcarena/PA</p></div>
<div id="attachment_83" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-83" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/manoel.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-83" title="Manoel e seus barcos de miriti" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/manoel-310x150.jpg" alt="Manoel, artesão de miriti, Abaetetuba/PA" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Manoel, artesão de miriti, Abaetetuba/PA</p></div>
<div id="attachment_84" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-84" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/still2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-84" title="Ferramentos" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/still2-310x150.jpg" alt="Ferramentos tradicionais de uma arte centenária" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ferramentos tradicionais de uma arte centenária</p></div>
<div id="attachment_82" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-82" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/breves.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-82" title="Cidade de Breves/PA" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/breves-310x150.jpg" alt="Cidade de Breves, arquipélago de Marajó." width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade de Breves, arquipélago de Marajó.</p></div>
<div id="attachment_87" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-87" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/abaete.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-87" title="Abaetetuba/PA" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/abaete-310x150.jpg" alt="O porto da Cidade de Abaetetub/PA" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">O porto da Cidade de Abaetetub/PA</p></div>
<p><a rel="attachment wp-att-116" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/realiza1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-116" title="realiza1" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/realiza1-590x233.png" alt="realiza1" width="590" height="233" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-115" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/realiza21.png"><img class="size-medium wp-image-115 alignleft" title="realiza21" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/realiza21-590x111.png" alt="realiza21" width="590" height="111" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-117" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/patrocinio1.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-117" title="patrocinio1" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/10/patrocinio1-590x183.png" alt="patrocinio1" width="590" height="183" /></a></p>
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		<title>O Glorioso</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 03:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[Finalizado]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[[playlist id=3 width=950 height=360] A cidade de Cachoeira do Arari na ilha de Marajó no Pará presta homenagem ao São Sebastião com 10 dias de festividades todo mês de janeiro. Mas antes, os foliões viajam durante seis meses, visitando os municípios e fazendas da ilha em esmolação para arrecadar doações em nome do santo. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[playlist id=3 width=950 height=360]</p>
<p><span>A cidade de Cachoeira do Arari na ilha de Marajó no Pará presta homenagem ao São Sebastião com 10 dias de festividades todo mês de janeiro. Mas antes, os foliões viajam durante seis meses, visitando os municípios e fazendas da ilha em esmolação para arrecadar doações em nome do santo. O documentário &#8220;O Glorioso&#8221; faz parte do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do IPHAN, visando o Registro da Festa de São Sebastião em Marajó como patrimônio cultural imaterial do Brasil.</span></p>
<p style="text-align: right;">HDV 720p24 | 51 min, 2008<br />
Cliente: IPHAN Superintendência Regional PA/AP<br />
Direção: Gavin Andrews/Carla Belas<br />
Fotografia e Edição: Gavin Andrews</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_166" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-166" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/casa-tia-ce-2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-166" title="casa-tia-ce-2" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/casa-tia-ce-2-310x150.jpg" alt="Homenageando São Sebastião" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageando São Sebastião</p></div>
<div id="attachment_167" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-167" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/tia-ce.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-167" title="tia-ce" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/tia-ce-310x150.jpg" alt="Tia Cê" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Tia Cê</p></div>
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-169" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/dancando-com-santo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-169" title="dancando-com-santo" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/dancando-com-santo-310x150.jpg" alt="Banner do mastro" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Banner do mastro</p></div>
<div id="attachment_168" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-168" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/segurando-ss-2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-168" title="segurando-ss-2" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/07/segurando-ss-2-310x150.jpg" alt="O Santo visitando as casas" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">O Santo visitando as casas</p></div>
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		<title>Alô, alô Amazônia</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 03:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[playlist id=4 width=950 height=360] Os moradores do interior do Amapá e das Ilhas Marajoaras do Pará têm um compromisso inadiável, todas as tardes, com o programa de mensagens &#8220;Alô, alô Amazônia&#8221;. Por mais de cinqüenta anos, o programa serve como principal meio de comunicação da região. É a vida do caboclo da Amazônia retratada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[playlist id=4 width=950 height=360]</p>
<p>Os moradores do interior do Amapá e das Ilhas Marajoaras do Pará têm um compromisso inadiável, todas as tardes, com o programa de mensagens &#8220;Alô, alô Amazônia&#8221;. Por mais de cinqüenta anos, o programa serve como principal meio de comunicação da região. É a vida do caboclo da Amazônia retratada em mensagens de todos os tipos: recados de saudade, cobranças, declarações de amor, convites para festas. Em busca das pessoas por trás das mensagens e de suas histórias, o documentário nos leva a mergulhar na cultura ribeirinha da foz do grande rio.</p>
<p style="text-align: right;">HDV 720p24 | 51 min, 2007<br />
Uma Co-produção: Fundação Padre Anchieta (TV Cultura)/Castanha Filmes/SECULT-AP<br />
Apoio: ABD/AP<br />
Direção: Gavin Andrews<br />
Produção: Vanessa Sena Gabriel<br />
Fotografia e Edição: Gavin Andrews</p>
<p style="text-align: right;">
<div id="attachment_150" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-150" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/dona-romana.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-150" title="dona-romana" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/04/dona-romana-310x150.jpg" alt="Dona Romana/Rio Canivete" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Romana/Rio Arrozal</p></div>
<div id="attachment_161" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><a rel="attachment wp-att-161" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/04/dsc00306.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-161" title="Rio Arrozal" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2008/04/dsc00306-310x150.jpg" alt="Rio Arrozal/PA" width="310" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Arrozal/PA</p></div>
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		<title>As Mãos da Mãe do Barro</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2004 18:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[media id=7] Na comunidade de Maruanum, há 120km de Macapá &#8211; capital do Amapá &#8211; um grupo de mulheres descendentes de um antigo quilombo desenvolvem a arte centenária da fabricação de louças de barro &#8211; preservando as mesmas técnicas utilizadas por suas antepassadas. Entre os meses de agosto e novembro, antes das águas da chuva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[media id=7]</p>
<p>Na comunidade de Maruanum, há 120km de Macapá &#8211; capital do Amapá &#8211; um grupo de mulheres descendentes de um antigo quilombo desenvolvem a arte centenária da fabricação de louças de barro &#8211; preservando as mesmas técnicas utilizadas por suas antepassadas.</p>
<p>Entre os meses de agosto e novembro, antes das águas da chuva encherem os campos de várzea, elas saem em mutirão para coletar o barro.</p>
<p style="text-align: right;">2002/2004, 15&#8243; MiniDV<br />
Cliente: SETEC/AP<br />
Direção, Fotografia e Edição: Gavin Andrews<br />
Trilha: Zé Miguel</p>
<p><a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2004/09/maos2.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-211" title="Mãos da mãe do barro" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2004/09/maos2-310x150.jpg" alt="Mãos da mãe do barro" width="310" height="150" /></a> <a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/potes.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-208" title="potes" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/potes-310x150.jpg" alt="potes" width="310" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/mun.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-207" title="mun" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/mun-310x150.jpg" alt="mun" width="310" height="150" /></a> <a href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/maos.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-205" title="maos" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/09/maos-310x150.jpg" alt="maos" width="310" height="150" /></a></p>
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