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	<title>Gavin Andrews &#124; Castanha Filmes &#187; Notícias</title>
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	<description>Documentários do Amapá, Amazônia, Brasil</description>
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		<title>O Liberal – &#8216; “Ver-o-Peso” é exibido em mercado &#8216;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 02:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[05/06/2010 Jornal O Liberal (Belém/PA)
Após um ano de produção, o documentário &#8220;Ver-o-Peso&#8221; foi exibido ontem à noite no próprio mercado. Em vez de serem apenas personagens, trabalhadores do complexo participaram de forma direta da pós-produção do vídeo e ainda foram agraciados como principais espectadores da sessão de estreia. O documentário faz parte dos projetos &#8220;Ver-as-Ervas&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>05/06/2010 Jornal <a href="http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&amp;codigo=474350">O Liberal</a> (Belém/PA)</p>
<p><span style="font-family: Geneva,Arial,Sans-serif; font-size: x-small;">Após um ano de produção, o documentário &#8220;Ver-o-Peso&#8221; foi exibido ontem à noite no próprio mercado. Em vez de serem apenas personagens, trabalhadores do complexo participaram de forma direta da pós-produção do vídeo e ainda foram agraciados como principais espectadores da sessão de estreia. O documentário faz parte dos projetos &#8220;Ver-as-Ervas&#8221; e &#8220;Inovacine&#8221;, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).</span></p>
<p><span style="font-family: Geneva,Arial,Sans-serif; font-size: x-small;">O diretor Gavin Andrews, canadense que mora no Amapá, não queria ser só mais um a contar histórias sobre o Mercado do Ver-o-Peso. Em vez disso, a edição do documentário, de 50 minutos, dá a primeira voz aos próprios comerciantes. Durante as gravações, o documentarista fez questão de ter interação com os entrevistados e ainda teve apoio de pesquisadores do projeto e de representantes dos feirantes. Os vendedores podiam até assistir e comentar sobre a construção da narrativa do filme, chamando atenção para possíveis equívocos.</span></p>
<p><span style="font-family: Geneva,Arial,Sans-serif; font-size: x-small;">&#8220;Essa foi uma forma de mostrar ao máximo a diversidade que se encontra aqui&#8221;, diz Andrews, que já dirigiu outros quatro documentários no Brasil. Um dos objetivos era valorizar o feirante e promover os saberes populares tradicionais divulgados por eles, mas, o calor das discussões trazia à tona os problemas enfrentados por eles no dia-a-dia e as possíveis soluções. No fim das contas, tais questões também estimulam o espectador a pensar sobre a importância do Ver-o-Peso e seu papel para a população paraense.</span></p>
<p><span style="font-family: Geneva,Arial,Sans-serif; font-size: x-small;">Nos dez anos como morador do Estado vizinho, o diretor já havia visitado Belém e o Ver-o-Peso como turista. Mas, depois de semanas em gravações, notou que não se trata apenas de uma feira com comércio, pois os trabalhadores de lá têm relação íntima com o espaço. Muitos deles passam mais tempo no Ver-o-Peso do que em casa, não só pela obrigação profissional, mas também pela identificação com o mercado.</span></p>
<p><span style="font-family: Geneva,Arial,Sans-serif; font-size: x-small;">As filmagens foram feitas em três períodos do ano passado, durante as festividades juninas; em agosto; e em outubro, durante o Círio de Nazaré. Já na fase de edição, a partir de janeiro, as entrevistas foram resumidas e organizadas por temas. Por enquanto, só estava programada exibição no próprio documentário. Contudo, escolas e cineclubes já demonstraram interesse em fazer sessões com o novo trabalho de Andrews. Além disso, ele aproveitou para divulgar na TV Brasil e TV Cultura.</span></p>
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		<title>&#8216; &#8220;O Glorioso&#8221; chega à Belém &#8216;</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 02:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O Glorioso&#8221; chega à Belém
Da blog &#8220;As Falas da Pólis&#8221; – http://diogenesbrandao.blogspot.com/2010/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html

Pelo 9º ano consecutivo, a irmandade do Glorioso São Sebastião de Cachoeira do Arari chegou ontem à noite à Belém trazendo a imagem peregrina do santo do Marajó.
A programação que se estenderá até o dia 06 de Junho, está prevista para visitar mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://diogenesbrandao.blogspot.com/2010/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html">&#8220;O Glorioso&#8221; chega à Belém</a></h3>
<p>Da blog &#8220;As Falas da Pólis&#8221; – http://diogenesbrandao.blogspot.com/2010/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-262" title="Albertinho 011" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2010/05/Albertinho-011.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Pelo 9º ano consecutivo, a irmandade do Glorioso São Sebastião de Cachoeira do Arari chegou ontem à noite à Belém trazendo a imagem peregrina do santo do Marajó.</p>
<p>A programação que se estenderá até o dia 06 de Junho, está prevista para visitar mais de 100 famílias marajoaras em Belém além de órgãos públicos, entre os quais: SEDUC, SECULT, Fundação Cultural Tancredo Neves, SEBRAE, IAP e IPHAN.</p>
<p>No início deste ano, os devotos do santo tiveram a alegria de verem a governadora Ana Júlia sancionar a lei que reconheceu como patrimônio cultural* de natureza imaterial do Estado do Pará a Festa de São Sebastião, do município de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó.</p>
<p>A proposta de lei foi apresentada pelo deputado estadual Carlos Martins (PT), aos seus pares na ALEPA, atendendo aos pedidos feitos pela Irmandade de São Sebastião de Cachoeira do Arari e diversos devotos do santo.</p>
<p><strong>A Festa</strong></p>
<p>Entre as diversas manifestações culturais do Estado, a Festividade de São Sebastião de Cachoeira do Arari é sem dúvida uma das mais prestigiadas e <a href="http://diogenesbrandao.blogspot.com/2009/05/glorioso-sao-sebastiao-de-cachoeira-do.html">tradicionais</a> que remonta ao ano de 1747 e desde então reúne o povo marajoara para receber as bênçãos das primeiras chuvas trazidas por São Sebastião, após o verão intenso que castiga os campos e o gado no Marajó.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-261" title="anet1-500x375" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2010/05/anet1-500x375.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>A festa acontece entre os dias 10 e 20 de janeiro e é embalada por uma bebida típica chamada “leite-de-onça”, um preparado a base de leite de búfala que é fartamente produzida pela comunidade.</p>
<p>No dia 20, acontece o encerramento da programação com a tradicional derrubada dos mastros. Em seguida, os mastros são conduzidos pelas ruas da cidade para o tradicional banho de lama, onde de acordo com a tradição, ninguém presente na festa pode ficar limpo e deve, obrigatoriamente, ser “lambuzado com a lama sagrada das primeiras chuvas do ano trazidas pelo Glorioso São Sebastião”, revela Albertinho Leão, secretário adjunto de Gestão da SEDUC, que é devoto do Santo desde a infância.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Encontro</strong></p>
<p>De 04 a 06 de Junho a Fundação Curro Velho será palco da grande confraternização da Colônia Marajoara em Belém que contará com apresentação de grupos folclóricos, banda musical venda de comidas típicas do Marajó e no domingo (06) às 18h, será exibido o documentário “<a href="../portfolio/o-glorioso/">O Glorioso</a>”, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN, no âmbito do inventário cultural que visa alçar a festa do santo como patrimônio Imaterial Brasileiro. Para tal, uma pesquisa realizada desde 2004, registra através de relatos, filmagens e fotografias tudo que envolve a tradicional festividade.</p>
<h3><a href="http://diogenesbrandao.blogspot.com/2010/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html"><img title="O Glorioso1" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2010/05/O-Glorioso1.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a></h3>
<p>Maiores Informações com Fátima Bragança: 9968.3084 / 8426.4100 e Mercês Barbosa: 8401-1630.</p>
<p>*A UNESCO define como Patrimônio Cultural Imaterial &#8220;as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas &#8211; junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados &#8211; que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Respeitando Direitos, Reconhecendo Deveres</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 18:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="873" height="525" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XfYMN1_ECuI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="873" height="525" src="http://www.youtube.com/v/XfYMN1_ECuI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Lançamento do Simãosinho Sonhador</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 12:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo Horizonte, zona norte de Macapá. Um bairro de ruas largas e esquecidas; de muitas crianças e sotaques&#8230; E um arzinho de cidade do interior, onde árvores ancestrais sombream lares humildes em ruas de chão batido pelo sol e pela chuva, e por um povo migrante, trabalhador.
Nesta cena brasileira, surge um personagem tão liricamente real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-180" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/pub-simao-email.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-180" title="pub-simao-email" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/pub-simao-email.jpg" alt="pub-simao-email" width="640" height="360" /></a>Novo Horizonte, zona norte de Macapá. Um bairro de ruas largas e esquecidas; de muitas crianças e sotaques&#8230; E um arzinho de cidade do interior, onde árvores ancestrais sombream lares humildes em ruas de chão batido pelo sol e pela chuva, e por um povo migrante, trabalhador.<br />
Nesta cena brasileira, surge um personagem tão liricamente real que virou documentário: o Simãosinho Sonhador.<br />
Vencedor da quarta edição do edital Doctv Brasil – terceira no Amapá, o filme surpreende por sua narrativa e visão original ao contar a história de vida do poeta de cordel Simão Alves de Sousa.<br />
Um homem de setenta e seis anos que seria mais um desses rostos anônimos, curtidos pelo sol equatorial e abatidos pelo tempo e a luta diária pela sobrevivência, não fosse ele o poeta que chegou a espantosa cifra de quase 17 mil livros vendidos em Macapá em sete anos e quatro edições: o ABC da Mulher. Uma homenagem simples e tocante àquelas que ele considera a mola que move o homem e seus sonhos.<br />
E foi o jeito simples e ao mesmo tempo preciso de escrever desse poeta, e a alegria com que ele encara o desafio de viver vendendo livros e relógios, que inspiraram o roteirista e diretor Manoel do Vale a produzir um filme de fôlego e poesia, que encanta com sua fotografia delicada, de luz suave em cenas tão reais que parecem oníricas, retrato de uma cidade e seus artistas populares. No roteiro eles aparecem tocando viola, riscando no chão, desenhando e transformando o desenho em poesia visual; dançando, contando história. Personagens reais que têm o mesmo árduo ofício do poeta: viver da arte. Da arte de nos fazer mais humanos. Mais felizes.<br />
O documentário, que tem sua estréia marcada para a noite do dia 5 de junho, no Teatro das Bacabeiras, levou quatro meses para ser produzido, rodado e finalizado. E usou como locações a Comunidade Quilombola do Curralinho; o Circo Roda Ciranda, armado no Colégio Bartolomea, e no Novo Horizonte, onde Simãosinho mora.<br />
A empresa escolhida para a produção foi a Castanha Filmes, do também diretor Gavin Andrews, vencedor da edição Doctv III com o filme Alô, Alô Amazônia. Na equipe, um naipe dos melhores profissionais em atividade na cidade: Bruno Jerônimo fez a produção; na direção de arte Patrícia Andrade, na produção musical Paulo Bastos e na fotografia Gilmar Pureza.<br />
O Doctv é o programa de fomento à produção e teledifusão do documentário brasileiro, criado pela secretaria de áudio visual do Ministério da Cultura, com o apoio da Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais – ABEPEC; A Fundação Padre Anchieta – TV Cultura e a Empresa Brasileira de Comunicação – TV Brasil. Como no Amapá não há tevê pública, a SECULT é que assume o papel de organizar, divulgar e dar a contrapartida orçamentária aos projetos vencedores, que em três anos de edital já somam mais de 38, um índice bastante expressivo se comparado a outros estados.<br />
No Brasil todo o número de projetos contemplados chegou a 37 este ano, democratizando os recursos públicos até então concentrados no eixo sul/sudeste.<br />
“O Doctv é a chance que a gente tem de mostrar o que sabe fazer de melhor no campo do áudio visual, principalmente num estado como o Amapá onde os recursos são escassos e não há uma política cultural que permita o acesso aos recursos de forma mais direta, sem tantos entraves e desvios burocráticos que são um verdadeiro banho de água fria em que faz cultura”. Diz o diretor Manoel do Vale, que acredita ter alcançado o objetivo desejado com o documentário Simãosinho Sonhador que era o de reunir artistas populares de reconhecido talento que estão fora do nicho das “celebridades” para quem os recursos e patrocínios são mais fáceis e constantes.<br />
Simãosinho Sonhador é um filme lúdico, mas ao mesmo tempo mostra a realidade de Macapá por um ângulo poucas vezes fotogrado.</p>
<p>Lançamento do &#8220;Simãosinho Sonhador&#8221; e a Série Doctv IV: Sexta-feira, 5 de maio as 19h30 no Teatro das Bacabeiras</p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a rel="attachment wp-att-177" href="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/creditos_institucionais.jpg"><img class="size-full wp-image-177" title="creditos_institucionais" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2009/06/creditos_institucionais.jpg" alt="creditos institucionais" width="640" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">creditos institucionais</p></div>
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		<title>Alô, alô Brasília e Cruzeiro do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2007 14:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; será apresentado no capital e no Acre essa semana.
Em Brasília, faz parte do processo da orientação da turma do Projeto Rondon. Quarta-feira, dia 6 de junho, no anfiteatro 2 no ICC da UnB sul às 12:15.
No Acre, faz parte da I Mostra de Filmes Ambientais do Alto Juruá, em Cruzeiro do Sul, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; será apresentado no capital e no Acre essa semana.</p>
<p>Em Brasília, faz parte do processo da orientação da turma do Projeto Rondon. Quarta-feira, dia 6 de junho, no anfiteatro 2 no ICC da UnB sul às 12:15.</p>
<p>No Acre, faz parte da I Mostra de Filmes Ambientais do Alto Juruá, em Cruzeiro do Sul, a realizar-se entre os dias 4 e 7 de junho, no CINE ROMEU. Mais informações: http://blogdoathaydes.blogspot.com/</p>
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		<title>Alô, alô Amazônia dá voz ao povo ribeirinho</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 15:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde a sua estréia, o programa Alô, Alô Amazônia, levado ao ar diariamente pela Rádio Difusora de Macapá, funciona como um elo entre os moradores das regiões ribeirinhas — onde o rádio é o principal meio de comunicação  — e quem mora em Macapá, a capital do Amapá.
Os moradores do interior do Amapá e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a sua estréia, o programa <em>Alô, Alô Amazônia</em>, levado ao ar diariamente pela Rádio Difusora de Macapá, funciona como um elo entre os moradores das regiões ribeirinhas — onde o rádio é o principal meio de comunicação  — e quem mora em Macapá, a capital do Amapá.</p>
<p>Os moradores do interior do Amapá e os municípios marajoaras de Breves e Chaves têm um compromisso inadiável todas as tardes com o programa, que é um dos mais antigos do rádio amapaense e se tornou uma espécie de pombo-correio eletrônico.</p>
<p>É a voz do interior retratada em mensagens de todos os tipos: são recados de saudade, notas de falecimento, cobranças, felicitações de aniversário, além de outras facetas do cotidiano ribeirinho. São mensagens por vezes íntimas, pessoais, que em boa parte, só se tornam públicas pela necessidade de comunicação.</p>
<p>É esta voz do interior que está sendo levada para as telas por meio do documentário “Alô, Alô Amazônia?, dirigido por Gavin Andrews, que conta com festa de lançamento no Teatro das Bacabeiras, dia 16 de março as 19h30. O projeto é o representante amapaense da terceira edição do Doctv e mostrará histórias curiosas de quem mora nas comunidades ribeirinhas,  isoladas e de difícil acesso, tendo como pano de fundo as mensagens divulgadas pelo programa de rádio.</p>
<p>“Seja para anunciar a chegada de um familiar ao seu vilarejo ou convidar a vizinhança para a festa da padroeira local, o programa tem o papel fundamental de unir as pessoas mais distantes da região?, afirma Andrews. Para o diretor, as filmagens do longa-metragem funcionaram como uma espécie de viagem de descoberta dos hábitos, cultura, cotidiano e, em especial, das dificuldades enfrentadas diariamente pelo povo ribeirinho. No rio Canivete em Breves/PA, por exemplo, a equipe ouviu o relato de uma criança atingida por paralisia infantil, ainda este ano; a vacina não havia chegado.</p>
<p>Mas o filme não é um documento denúncia. “Fomos atrás de mensagens as vezes curiosas, outras vezes aparentemente banais, e contamos muito com o fator surpresa. Cada viagem, cada personagem que a gente encontrava dava sempre uma nova direção para o filme, uma nova visão de como perceber o cotidiano tão peculiar do caboclo?, conta o cineasta. O filme, registrado em vídeo de alta definição, captou momentos do dia a dia, festas religiosas e profanas, histórias de saudades ou de um ente querido que não dá notícias há muito tempo, a forma de lidar com a distância e o isolamento.  A grande surpresa foi o surgimento, em diversos momentos, de mensagens de consciência e otimismo pelo futuro da Amazônia.<br />
<em>Vanessa Gabriel </em></p>
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