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	<title>Gavin Andrews &#124; Castanha Filmes &#187; Blog</title>
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	<description>Documentários do Amapá, Amazônia, Brasil</description>
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		<title>Um dia com Lavika</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 03:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci a dona Lavika num daqueles dias escaldantes e contraditórios que costumamos ter aqui na foz do Amazonas: água por todo lado, mas com um calor palpável, sufocante. Viajamos de voadeira pilotado por Lindomar, jovem navegante, profundo conhecedor das águas da Caviana. Conheci Lindomar durante a pesquisa inicial para o documentário Alô, alô Amazônia. Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_267" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img class="size-medium wp-image-267" title="Olívia Modesto Faria – Lavika" src="http://www.castanha.org/wp-content/uploads/2010/06/Lavica-590x442.jpg" alt="" width="590" height="442" /><p class="wp-caption-text">Olívia Modesto Faria – Lavika</p></div>
<p style="text-align: left;">Conheci a dona Lavika num daqueles dias escaldantes e contraditórios que costumamos ter aqui na foz do Amazonas: água por todo lado, mas com um calor palpável, sufocante. Viajamos de voadeira pilotado por Lindomar, jovem navegante, profundo conhecedor das águas da Caviana. Conheci Lindomar durante a pesquisa inicial para o documentário <em>Alô, alô Amazônia</em>. Foi ele quem escreveu a carta pedindo ao vereador a devolução dos pregos da igreja que estava sendo construída na pequena comunidade de São Sebastião do rio Arrozal. Posso dizer que foi com essa carta inusitada – e o desejo de conhecer a história por trás dela – que tudo começou. Foi do rio Arrozal, cinco horas de viagem de Macapá, que partimos para rio Itaboca, mais uns quarenta minutos batalhando as ondas bravas da grande foz.</p>
<p style="text-align: left;">Lavika morou sozinha com seu marido numa típica casa de caboclo na beira do Itaboca. Costumo dizer “sozinha”, porque cria de cidade que sou, consigo me sentir só em Macapá&#8230;. imagina ela, penso eu. Mas ela foi enfática. Não se sentia só, nem triste. Não deixaria seu lugar para nada.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/g8AncXNCUhM&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/g8AncXNCUhM&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Quando a gente chegou, Lavika estava na cozinha da casa – uma puxada cercada por açaizeiros e limoeiros – acompanhada pela programação da Rádio Difusora de Macapá. Suas ondas das bandas média e tropical alcançam um raio de mais de 600km, ligando o caboclo da região com Macapá e com seus amigos e familiares espalhados pelas ilhas e igarapés da delta do Amazonas. Foi assim que Lavika – morando sem energia e muito menos telefone – sabia da nossa vinda.</p>
<p style="text-align: left;">Conversamos enquanto ela preparava o almoço do dia. Peixe frito, camarão salgado, tudo tirado do rio não muito longe de lá. Almoçamos juntos no chão da cozinha. Nos sentimos, por um dia, gente da casa.</p>
<p style="text-align: left;">No século dezoito, a coroa portuguesa investiu na instalação de povoamentos para marcar domínio da região na face de ameaças de invasão pelos franceses e holandeses. Foi assim que nasceu Macapá, com sua majestosa Fortaleza; Mazagão, uma cidade toda trazida da África; Santarém. Talvez a estratégia foi acertada. Afinal, a Amazônia nunca foi invadida. Mas para mim, os verdadeiros heróis dessa história de ocupação dessa última fronteira são os ribeirinhos, caboclos da Amazônia como Lavika e seu marido. Dado o mínimo de condições – acesso a suprimentos básicos, serviços de saúde quando precisa, educação para sues filhos – eles estão muito contentes de ficar onde estão, tirando sustento do rio e da floresta. Marcando presença. Declarando, com sua persistência: <em>Estamos aqui. Somos brasileiros. Essa terra é ocupada.</em> Dessas terras, das mãos desses caboclos, vem uma boa parte do nosso camarão, a maior parte do açaí que abastece as nossas mesas.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OT_vV7CaeWo&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/OT_vV7CaeWo&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">“Persistente” é um adjetivo que me parece descrever bem a dona Lavika. Apesar da insistência do seu filho único, Rogério, pra que ela viesse morar com ele em Macapá, ela ficou onde se sentiu mais em casa. Mesmo quando ficava doente e precisava vir para à cidade em procura de tratamento, voltou para rio Itaboca assim que possível, em vez de ficar na fila do hospital. Voltou para cuidar da sua casa, seus bichos, seu velho.</p>
<p style="text-align: left;">Eu a vi de novo, pela primeira vez desde aquela visita em 2006, no dia que ela estava em Macapá atrás de tratamento, mas já senti que a conhecia  profundamente. Para mim, ela chegou a incorporar todos os ribeirinhos – todos aqueles caboclos persistentes – que conheci nesses últimos anos trabalhando com documentário na região. Foi também a última vez. Lavika faleceu na virada do dia 27 de junho do câncer no pulmão, aos 77 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="427" height="346" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3_G8X9y7WcE&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="427" height="346" src="http://www.youtube.com/v/3_G8X9y7WcE&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>ver-o-peso semi final</title>
		<link>http://www.castanha.org/blog/ver-o-peso-semi-final/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 02:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Bloco 1

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bloco 1</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="426" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco1.mp4&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="426" height="240" src="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" allowfullscreen="true" flashvars="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco1.mp4&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.castanha.org/wp-content/videos/25:11-Bloco1.mp4">Download</a> ou <a href="http://www.youtube.com/download_my_video?v=5wPial9Y7CM">Download do YouTube</a></p>
<p><strong>Bloco 2</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="426" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco2.mp4&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="426" height="240" src="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" allowfullscreen="true" flashvars="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco2.mp4&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.castanha.org/wp-content/videos/25:11-Bloco2.mp4">Download</a> ou <a href="http://www.youtube.com/download_my_video?v=39TsYZleZ9o">Download do YouTube</a></p>
<p><strong>Bloco 3</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="426" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco3.mp4&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="426" height="240" src="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" allowfullscreen="true" flashvars="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco3.mp4&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></p>
<p><a href="../wp-content/videos/25:11-Bloco3.mp4">Download</a> ou <a href="http://www.youtube.com/download_my_video?v=T3lcXEfMQnk">Download do YouTube</a></p>
<p><strong>Bloco 4</strong><br />
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<p><a href="../wp-content/videos/25:11-Bloco4.mp4">Download</a> ou <a href="http://www.youtube.com/download_my_video?v=-iOBr3vGMt8">Download do YouTube</a></p>
<p><strong>Bloco 5</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="426" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco5.mp4&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="426" height="240" src="http://www.castanha.org/wp-content/plugins/wordtube/player.swf" allowfullscreen="true" flashvars="file=http%3A%2F%2Fwww.castanha.org%2Fwp-content%2Fvideos%2F25%3A11-Bloco5.mp4&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></p>
<p><a href="../wp-content/videos/25:11-Bloco5.mp4">Download</a> ou <a href="http://www.youtube.com/download_my_video?v=NcvNSMWqs80">Download do YouTube</a></p>
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		<title>&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; reconhecido no 2o Festival Macapá</title>
		<link>http://www.castanha.org/blog/alo-alo-amazonia-reconhecido-no-2o-festival-macapa/</link>
		<comments>http://www.castanha.org/blog/alo-alo-amazonia-reconhecido-no-2o-festival-macapa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 14:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alô alô Amazônia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; foi eleito um dos trabalhos mais representativos da recente produção amapaense no 2o Festival Macapá de Cinema e Vídeo, e foi premiado com o Trofeu Equinócio pelo juri técnico do Festival.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; foi eleito um dos trabalhos mais representativos da recente produção amapaense no <a href="http://www.festivalmacapa.com.br" title="2o Festival Macapá de Cinema e Vídeo" target="_blank">2o Festival Macapá de Cinema e Vídeo</a>, e foi premiado com o Trofeu Equinócio pelo juri técnico do Festival.</p>
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		<title>Apresentação no Senac inspira poesia</title>
		<link>http://www.castanha.org/blog/apresentacao-no-senac-inspira-poesia/</link>
		<comments>http://www.castanha.org/blog/apresentacao-no-senac-inspira-poesia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 19:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alô alô Amazônia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No dia 22 de agosto, "Alô, alô Amazônia" foi apresentado à turma do curso de Locução para Rádio no Senac, ao convite do professor Herbert Rony e jornalista John Scott. Seguiu um bate papo bem agradável, com direito a uma bela poesia inspirado pelo filme.</p>

<p>ALÔ! ALÔ AMAZONIA!</p>

<p>Alô ribeirinhos, irmãos da zona rural!<br />
Alô para vários irmãos e irmãs!<br />
Aconchegante, carinhoso, terno, amigo...<br />
Minha infância em Afuá, cidade e interior...</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 22 de agosto, &#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; foi apresentado à turma do curso de Locução para Rádio no Senac, ao convite do professor Herbert Rony e jornalista John Scott. Seguiu um bate papo bem agradável, com direito a uma bela poesia inspirado pelo filme. Meus agradecimentos a todos.</p>
<blockquote><p> ALÔ! ALÔ AMAZONIA!</p>
<p>Alô ribeirinhos, irmãos da zona rural!<br />
Alô para vários irmãos e irmãs!<br />
Aconchegante, carinhoso, terno, amigo&#8230;<br />
Minha infância em Afuá, cidade e interior&#8230;<br />
Vida simples, tranqüila.<br />
Pessoas simples, bonitas, lindas&#8230;<br />
Penetração do rádio, sua importância, lidar com gente,<br />
influenciar a vida de pessoas.<br />
O cotidiano marcado pelo programa, pelo rádio.<br />
A consciência do lugar em que se vive,<br />
apesar da falta de certas condições.<br />
O ter que sair do seu lugar e se aventurar, sem estrutura,<br />
para outros centros ditos evoluídos.<br />
Tantas coisas que eu queria fazer&#8230;<br />
O sino que toca o renovar de esperanças.<br />
O canto que encanta.<br />
A fé que se renova.<br />
A comunidade que exulta.<br />
O Deus que se satisfaz.<br />
Depoimentos verdadeiros e comoventes.<br />
Os sons múltiplos e encantadores.<br />
A educação ambiental,<br />
a oferta de tecnologia,<br />
o circo que encanta,<br />
as crianças mágicas que brincam,<br />
a música que desperta emoções.<br />
A rede, o sono, o descanso.<br />
A sensação do dever cumprido.<br />
O brega que rasga o espaço.<br />
O futebol altaneiro e simples.<br />
A festa que rola solta e alegre.<br />
“Quem vai mandar no mundo são as crianças de hoje&#8230;?.</p>
<p><em>(Poema escrito em 21/08/2007, cerca de 15.30 horas, sob as emoções despertadas ao assistir ao documentário “Alô! Alô Amazônia?, de Gavin Andrews, presente no evento, no curso de Locução de Rádio no SENAC Amapá).</em></p>
<p><em>Hildemar Jorge Mauro<br />
(filho de Afuá, na Ilha do Marajó, estado do Pará).<br />
E-mail: hjmauro@ig.com.br</em></p></blockquote>
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		<title>No FestCine Belém</title>
		<link>http://www.castanha.org/blog/no-festcine-belem/</link>
		<comments>http://www.castanha.org/blog/no-festcine-belem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 14:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; foi selecionado entre 310 inscrições para concorrer na Mostra Competetiva &#8211; Média do 4º FestCine Belém, 2-8 de julho 2007.
Selecionado também foi &#8220;Raimunda, a Quebradeira&#8221;, o vencedor em Tocantins do Doctv III; juntos, os dois selecionados do Doctv são os únicos representantes da região norte concorrendo no Festival.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.castanha.org/wp-content/foto4fest1.png" title="foto4fest1.png"><img src="http://www.castanha.org/wp-content/foto4fest1.png" alt="foto4fest1.png" /></a></p>
<p>&#8220;Alô, alô Amazônia&#8221; foi selecionado entre 310 inscrições para concorrer na Mostra Competetiva &#8211; Média do <a href="http://www.festcinebelem.com.br">4º FestCine Belém</a>, 2-8 de julho 2007.</p>
<p>Selecionado também foi &#8220;Raimunda, a Quebradeira&#8221;, o vencedor em Tocantins do Doctv III; juntos, os dois selecionados do Doctv são os únicos representantes da região norte concorrendo no Festival.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alô, alô Amazônia: estreia nacional, com pre-estreia em Belém</title>
		<link>http://www.castanha.org/blog/alo-alo-amazonia-estreia-nacional-com-pre-estreia-em-belem/</link>
		<comments>http://www.castanha.org/blog/alo-alo-amazonia-estreia-nacional-com-pre-estreia-em-belem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 11:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Alô, alô Amazônia, vencedor da III Edição do Doctv, estreia em rede nacional dia 1 de abril as 23h00, na TV Cultura. Ele entra em cartaz no Cine Líbero Luxardo em Belém dias 6-8 de abril, com lançamento dia 30 de março as 18h00.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alô, alô Amazônia</em>, vencedor da III Edição do Doctv, estreia em rede nacional dia 1 de abril as 23h00, na TV Cultura. Ele entra em cartaz no Cine Líbero Luxardo em Belém dias 6-8 de abril, com lançamento dia 30 de março as 18h00.</p>
<p><img width="353" height="495" alt="unknown.jpg" id="image4" src="http://www.castanha.org/wp-content/unknown.jpg" /></p>
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